Conversamos com a Stefhany do Crossfox: “Continuo linda, absoluta e filha do Rei”. Vem saber mais

Quem lembra da Stefhany Absoluta? A cantora estourou em 2009 com a música Eu Sou Stefhany, uma versão forró do hit pop A Thousand Miles, da Vanessa Carlton. O clipe, que mostra Stefhany cantando e dirigindo um Crossfox e também imitando os passos de Beyoncé em Single Ladies, foi um sucesso na internet. Quem já se pegou cantando “Eu sou linda, absolutaaa” sabe bem do que estamos falando!

Mas, agora, pode esquecer a Stefhany que aparecia sensual numa banheira cheia de espuma — a cantora se converteu na Assembleia de Deus e está no ramo da música gospel. Nessa nova fase, ela já lançou dois álbuns: Filha do Rei e Sua Turma, de músicas infantis, e A Escolhida por Deus, de músicas adultas. Se você acha que por isso ela não é mais absoluta, está muito enganado.

Pra entender melhor o que motivou a Stefhany a fazer essa mudança na sua vida, o Virgula Música foi atrás dela para bater um papo. Veja abaixo:

Virgula Música: Qual é a maior diferença entre a Stefhany de hoje, que se dedica à palavra de Deus, e a Stefhany do Crossfox?

Stefhany: Eu posso dizer que hoje não é uma carreira, é um ministério. Eu nasci de novo. As minhas músicas, tudo o que eu canto, tudo o que eu faço está voltado pra Deus e para o público ver o que Deus faz na vida de alguém. Hoje eu estou testemunhando.

Você tem aparecido menos na mídia, está mais discreta. Isso é intencional?

Não, não é intencional. Todo artista, além de ser artista, tem uma vida, o seu dia-a-dia. Eu trabalho, faço faculdade de Teologia, faço culto e faço shows, também. Eu moro no Piauí, e é complicado ficar viajando direto do Piauí pra São Paulo. Eu não posso ficar indo sempre nos programas de TV. Realmente antes eu aparecia mais, porque foi um impacto, as pessoas comentavam do vídeo e tudo mais.

E hoje, você ainda usa a internet?

Não vou mentir, antes eu tava mais ligada na internet (risos). Eu moro no interior e aqui é um lugar bem simples, porque eu prefiro campo mesmo, um lugar mais tranquilo. Como eu viajo direto, quando venho pra casa eu acho aqui demais, e aqui não tem internet ainda. Mas aí quando eu tô viajando tô mais por dentro da internet, porque eu uso o celular. O que eu uso mais é o Whatsapp.

Você usa o Whatsapp pra falar com os seus fãs?

Sim, a gente tem grupos, fazemos campanhas. Até pessoas que não são evangélicas se reúnem pra colocar alguma canção lá, alguma coisa que gosta, e eu acho isso uma coisa muito interessante.

Agora, sobre a religião: o que aconteceu pra você fazer essa mudança na sua vida?

As pessoas acham que foi uma decisão, uma escolha, mas na verdade com 12 anos de idade eu cantava na Igreja. Minha mãe não era evangélica, mas sempre falava ‘vai pra Igreja, vai pra Igreja!’. Com 12 anos eu ensaiava pra cantar na Igreja. Só que eu saí de lá, cantei em várias bandas, inclusive tive a minha banda, fui convidada pra ir pra vários programas de TV. Tudo aconteceu na minha vida, mas eu estava distante Dele. E essa escolha, na verdade, é o que eu sempre falo no meu testemunho, foi Deus quem fez. Quando eu falo isso muitas pessoas se espantam, mas Deus falou comigo. Eu pedi uma prova pra Deus e Ele me mostrou, dizendo que era o momento de eu voltar pra casa Dele.

Por que você ainda assina seus trabalhos como Sthefany Absoluta?

Absoluto, no dicionário, quer dizer único. Mas isso não significa que eu estou querendo me engrandecer ou querendo ser Deus. O que eu quero dizer é que cada um de nós tem uma personalidade, ninguém é igual a ninguém. Pode existir outra pessoa com o seu nome, mas outra pessoa com a digital que você tem não existe. As pessoas acham que esse Absoluta tem que ser tirado porque eu sou evangélica. Não! Eu continuo sendo alegre, extrovertida, linda, absoluta, filha do Rei!

Com informações Vírgula

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