Para garantir a presidência da Comissão de Direitos Humanos, o PT articula um acordo para emplacar os deputados Marco Feliciano (PSC-SP) e Jean Wyllys (PSol-RJ) como primeiro e segundo vice-presidentes do colegiado.
A manobra, de acordo com o candidato do PT ao comando do colegiado, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), contempla todos os grupos.
A proposta agrada à Bancada Evangélica, que não conseguiu lançar um candidato avulso para disputar com Pimenta e atende à demanda progressista, por indicar um nome de conseno na luta pelos direitos LGBT.
Desde quarta-feira passada (4), o PT e o grupo articulam uma maneira de assumir o comando do colegiado. Pelo acordo de líderes, o posto pertence aos petistas, mas a ala evangélica tem insistido em emplacar o presidente. Uma das atitudes foi tentar barrar os progressistas. Os religiosos conseguiram, por exemplo, tirar a vaga de Jean Wyllys na semana passada.
Esta semana, o PT costurou um acordo com o PSB, que cedeu a vaga para trazer o deputado de volta. Ao Estado de S. Paulo, Jean Wyllys disse que a sociedade tem que entender que o papel da política é o diálogo.
Feliciano acrescentou que a ideia é montar a chapa para mostrar que o Congresso é lugar de consenso.
Em 2013, Feliciano presidiu a comissão e sua gestão foi marcada pela polêmica. Ele chegou a pautar o projeto da "cura gay", que previa tratamento psicológico para curar a homossexualidade.
Com informação Brasil Post
A proposta agrada à Bancada Evangélica, que não conseguiu lançar um candidato avulso para disputar com Pimenta e atende à demanda progressista, por indicar um nome de conseno na luta pelos direitos LGBT.
Desde quarta-feira passada (4), o PT e o grupo articulam uma maneira de assumir o comando do colegiado. Pelo acordo de líderes, o posto pertence aos petistas, mas a ala evangélica tem insistido em emplacar o presidente. Uma das atitudes foi tentar barrar os progressistas. Os religiosos conseguiram, por exemplo, tirar a vaga de Jean Wyllys na semana passada.
Esta semana, o PT costurou um acordo com o PSB, que cedeu a vaga para trazer o deputado de volta. Ao Estado de S. Paulo, Jean Wyllys disse que a sociedade tem que entender que o papel da política é o diálogo.
Feliciano acrescentou que a ideia é montar a chapa para mostrar que o Congresso é lugar de consenso.
Em 2013, Feliciano presidiu a comissão e sua gestão foi marcada pela polêmica. Ele chegou a pautar o projeto da "cura gay", que previa tratamento psicológico para curar a homossexualidade.
Com informação Brasil Post







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