Grávida aconselhada a abortar bebê para evitar que ele nascesse com síndrome de Down ou outros problemas, recusa pedido e criança completa 1 ano saudável

Um bebê que nasceu três meses prematuro depois que sua mãe foi repetidamente aconselhada a abortá-lo, se recuperou e conseguiu completar 1 ano de vida.

Stacey Dickinson, de 31 anos de idade, de Preston, Lancs, Inglaterra, foi advertida por médicos de que seu filho, Freddie-Lee Lofthouse provavelmente nasceria com defeitos congênitos, apesar dos testes revelarem que ele só havia uma chance de 1 em 7.000. Assim eles insistiram para ela abortá-lo.

Os médicos disseram a ela e ao marido, Russell Lofthouse, de 34 anos, que o filho teria Síndrome de Down ou que ele não sobreviveria porque a mãe era diabética.


Stacey Dickinson, mãe que vive na Inglaterra foi aconselhada a abortar seu filho, que nasceria com “problemas” segundo médicos, mas não faz e criança nasce saudável.

Stacey contou que independentemente de o menino ter ou não qualquer “problema,” seria seu filho e receberia seu amor.

Ela deu à luz criança antes do esperado e o bebê teve que ser submetido a cuidados intensivos por três meses, passando por uma cirurgia bem sucedida de 5 horas de duração depois que suas entranhas explodiram.

Freddie-Lee lutou e se tornou uma criança feliz e saudável um ano depois. O menino nasceu com a cabeça do tamanho de uma tangerina, e agora não tem problemas.


Stacey relatou ainda que seu instinto materno dizia que o filho não teria os problemas que lhe foram especulados.

Desde a cirurgia Freddie-Lee não teve mais complicações de saúde. A criança tem quatro irmãos.


Fonte: Mirror

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